Mais uma óptima notícia! A rota Porto-Dusseldorf (Weeze) começa em Outubro. É uma excelente alternativa (se o preço para Eindhoven estiver alto) já que o aeroporto de Weeze fica mesmo junto da fronteira com a Holanda a pouco mais de 90 km de Den Bosch. A campanha inicial conta com preços a partir de 1 euro (taxas incluídas). É aproveitar!
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
Gay Pride 2009
A célebre parada gay de Amesterdão é uma das maiores do mundo, juntando cerca de meio milhão de pessoas. Tem a particularidade de decorrer nos canais, principalmente ao longo do Prinsengracht. Depois a festa continua nas ruas.
Facto a reter: pareceu-me que a ideia do desfile estaria um pouco invertida; nos barcos estavam mais pessoas (Holandeses) a assistir e a parada parecia decorrer sobretudo nas margens... Mas outra coisa não seria de esperar; afinal de contas o que este não povo delira com barcos e cerveja...
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Museumkaart
Ideia brilhante? Evidências de um país culturalmente avançado? Ou simplesmente mais um "ovo de Colombo"? Parece-me que é esta última a resposta acertada... Não que a Holanda não seja um país avançado culturalmente (pelo menos a julgar pelos mais de 400 museus de média e grande dimensão), mas sem promoção e dessiminação de hábitos culturais na população, dificilmente o seria (e, pois claro, se não houvesse museus, também não).
Um dos maiores exemplos de promoção cultural é o Museukaart, que é como quem diz, o cartão dos museus cá da terra. Trata-se, pois claro, de um cartão que dá acesso gratuito a mais de 400 museus em todo o país. Custa 35 euros e vale por um ano. Vai daí, o povo compra o cartão porque compensa, e aproveita e vê mais museus do que seria normal. E assim se cria cultura. Os nossos já chegaram.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Bosch, cá estou!
Iniciei hoje esta nova aventura, este novo desafio. As primeiras impressões são extremamente positivas; claro que ainda não comecei o trabalho a serio - e ainda deve tardar...
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Berlim, dia III
O sistema de transportes de Berlim é fantástico, com metro (U-Bahn), combóio (S-Bahn e D-Bahn), tram (M-Bahn), ferry (F-Bahn) e autocarros muito bem coordenados (embora de não tão fácil entendimento). Escolhemos experimentar uma volta de autocarro pela cidade (o metro não facilita a observação). Passámos pelo interior do Tiergarten, o enorme "parque da cidade" de Berlim, em cujo centro podemos admirar a famosa Coluna da Vitória, erigida em 1864 para comemorar a vitória da Prussia sobre a Dinamarca.
Hora de ir, com muita vontade de um dia cá voltar!
domingo, 12 de julho de 2009
Berlim, dia II
O dia começou da melhor forma, com um pequeno-almoço fabuloso! Sem dúvida, o Hotel foi mesmo um achado!
Primeiro objectivo para hoje: Museumsinsel (ilha dos museus), património da UNESCO. Trata-se (obviamente) de uma ilha, onde estão (internacionalmente consagrados) museus. A ilha em si (apesar de estar em obras) merece uma visita; é uma das poucas áreas de Berlim sobreviventes ao último século e os edifícios são grandiosos. O Alte Nationalgalerie (Old National Gallery) é um belo exemplar de arquitectura do final do período clássico e início do neo-renascimento.
Mas a grande atracção (e também a mais recente, de 1930) é o Museu Pergamon. Este museu contém importantíssimas reconstruções de monumentos históricos, a partir de achados arqueológicas do Século XIX, como o altar de Pergamon, a porta do mercado de Mileto e a porta de Ishtar da antiga Babilónia (uma das 7 maravilhas do mundo antigo). Sem dúvida, um dos melhores museus que tive o privilégio de visitar.
De regresso à Unter den Linden, agora para apreciar mais de perto os edifícios, como a Staatsoper (Ópera de Berlim), a Universidade de Humboldt e a Bebelplatz, tristemente celebrizada pelo episódio da queima dos livros pelos Nazis. No centro da praça pode-se ver através de um vidro no chão umas prateleiras de livros vazias, sinalizando e recordando este acontecimento. No final da avenida, nova sessão fotográfica junto da Porta de Brandenburgo, desta vez com muito menos gente.
sábado, 11 de julho de 2009
Berlim, dia I
A cidade impressiona! Pela magnificência dos seus edifícios, pela arquitectura, mas também (deliberadamente) pela memoria dos acontecimentos do ultimo século. Quase tudo aqui faz a isso referência.
Começámos pela Alexanderplatz, e logo ai nos deparámos com uma exposição (ao ar livre) alusiva ao muro de Berlim. A praça já de si e um símbolo importante, pois aqui se realizaram grandes manifestações. Não tem edifícios antigos, mas a arquitectura é interessante. Ao fundo, a famosa torre de televisão (Fernsehturm, um dos "postais" de Berlim.
Prosseguimos para a Nikolaiviertel, "coração" histórico de Berlim - fundado no Século XVIII. Trata-se de um pequeno quarteirão sem carros, muito diferente do resto da cidade, com as suas ruas estreitas e casas típicas, em redor da igreja mais antiga da cidade.
Seguimos em direcção à mais famosa avenida de Berlim, a Unter den Linden (alemão: por baixo das tílias), bela com os seus edifícios históricos, e que termina na construção que vemos nas moedas Alemãs de 10, 20 e 50 cêntimos - a Porta de Brandenburgo. Mas antes de lá chegarmos, ainda nos desviámos para a Gendarmenmarkt, uma das mais belas praças da cidade com as suas duas catedrais gémeas (a Francesa e a Alemã) e depois para a Friedrichstrasse com os suas inúmeros templos de consumo - incluindo as Galerias Lafayette, entre outras chiquíssimas (destaque para o Quartier 206).
Mais à frente, um dos pontos mais conhecidos da cidade, Checkpoint Charlie, que em tempos idos se tornou o símbolo da Guerra Fria representando a separação entre este o oeste. Hoje continua lá (uma réplica), como testemunho desse tempo, com "soldados" a dar um ar convincente à encenação.
De regresso à Unter den Linden e desta vez até à Porta de Brandenburgo, a única antiga porta de Berlim ainda existente e que escapou milagrosamente à II Guerra Mundial, apesar de gravemente danificada. Mais um símbolo do muro de Berlim, já que passava precisamente por aqui e servia como uma das portas de passagem.
Depois da pausa do almoço e do café fenomenal (fazendo mesmo lembrar Porgtual) numa trattoria, perto da estação S+U Friedrichstrasse (fica registado para lá voltar), fomos explorar Berlim Ocidental. Os contrastes são evidentes. Na parte Oriental predominam as avenidas largas e ainda se vêem bastantes "edifícios em bloco". É também onde se encontram a maioria dos monumentos. Já na parte Ocidental as ruas são mais estreitas, há mais comércio. Chegados à Kurfürstendamm, ou simplesmente Ku'damm, gigantesca rua apinhada de pessoas e lojas, deparámo-nos com aquele que para mim me ficou na retina como o mais impressionante e comovente marco da guerra em Berlim - a igreja memorial Kaiser-Wilhelm-Gedächtniskirche. Semi-destruída por um "raid" aéreo em 1943, foi deixado propositadamente em ruínas e à qual foram adicionados outros edifícios nos anos 60, seguindo um projecto notável de arquitectura carregado de simbolismo. O jantar, por sugestão do nosso "guia verde" foi num pequeno e típico restaurante lá perto, o Marjellchen, com especialidades locais num espírito e ambiente verdadeiramente familiar.



