sábado, 4 de dezembro de 2010

Pais do André, dia II

Fomos ao burgo. A neve tinha começado a cair e portanto não estava muito escorregadio. Nestes primeiros dias é um espectáculo bonito, principalmente para quem, como nós, não está habituado. Daqui a dois ou três dias é que serão elas!

Para variar, temos a destacar a gastronomia! Tanto do almoço como do jantar. No almoço comemos a famosa Erwtensoep, sopa de ervilha típica desta altura do ano. Normalmente é quase igual em todo o lado. Come-se. Mas desta vez era excelente, com uma consistência a fazer lembrar as papas de sarrabulho do Minho. O jantar, no 4 Azen (fica o registo para mais tarde lá voltar) provou que neste país se pode comer bem. Tem é de se saber onde. Após quase 30 anos finalmente provei carne de veado. Com molho de chocolate. Isto depois de ter lido umas horas antes que o futuro papá não se deveria admirar se a futura mamã comer carne com chocolate. Mas afinal serei eu quem está "grávido"?

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Pais do André, dia I

Chegaram hoje para uma curta mas desejada estadia. Não tínhamos planos ambiciosos, mas se os tivéssemos o tempo iria deitá-los por terra. Está a nevar e assim continuará. Mas pelo menos já não se fazem sentir os -10ºC que há poucos dias marcavam os termómetros que não tinham congelado...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Cirque du Soleil

O espectáculo Totem está em cena em Amesterdão e não podiamos deixar passar esta oportunidade de ver in loco o Cirque du Soleil. E realmente valeu muito a pena o frio que passamos para lá chegar! Felizmente lá dentro a temperatura estava óptima.

Totem conta uma viagem pela evolução da humanidade, com números de acrobacia efectuados por alguns dos melhores ginastas mundiais, numa coreografia fascinante, combinada com uma cenografia belíssima e uma banda sonora memorável.

Ficamos fãs e queremos ver mais!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Mandar parar o comboio

Depois do engano com o avião, já me estava a ver mandar um mail ao chefe a avisar que ia ter de tirar mais meio dia férias porque... bem, já nem sabia que desculpa dar. Felizmente tive sorte, muita sorte.

O comboio habitual estava atrasado (coisa pouco rara por cá). Aparece-me então um ICE, o comboio de alta velocidade alemão. Já por algumas vezes tinha usado este comboio e por isso nem confirmei as estações. Ia na direcção sul portanto não havia que enganar. Fui. Mas então não é que não parou em Eindhoven?! Seguiu sempre e eu a ver a vida (e o trabalho) a andar para trás e o comboio para a frente. Fui falar com o revisor, ia ter que ir até Monchengladbach, comprar lá o bilhete e regressar. Duas horas para cada lado. Lá se foi a manhã, pensei eu, começando a magicar a desculpa que poderia dar... Mas eis que surge de novo o revisor, liga para alguém e diz-me que o comboio iria parar de propósito na próxima estação. Cheguei às 9:30. Sorte, muita sorte.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Voo "adiantado"?

Quem anda à chuva molha-se, mas parece-me que já estamos um tanto ou quanto encharcados. Já perdemos o voo porque adormecemos, já perdemos o voo porque este foi cancelado (alegadamente devido ao mau tempo, mas a esse assunto voltarei), já tivemos voos atrasados devido a greves. Mas desta vez foi demais. Então não é que aparecemos no aeroporto com um dia de atraso? Pois é, marcámos o voo para dia 7, pensando que era Segunda-Feira.... Não era. E agora vamos na Quarta (dia 10, certo?).

(A não ser pelo desfalque) Não ficamos tristes. Se fosse ao contrário era bem pior! (confesso que estava com esperanças que o voo tivesse sido cancelado para ficarmos por cá mais uns dias - ele há males que vêm por bem!)

domingo, 31 de outubro de 2010

Ana João, Nuno, Nuno e Gonçalo, dia IV

Como é da praxe, hoje fomos a Amesterdão. O objectivo era ir ao Amsterdam Dungeon, mas um de nós não tinha a idade mínima... E, sem ele saber, trocámos para o Madame Tussauds...

sábado, 30 de outubro de 2010

Ana João, Nuno, Nuno e Gonçalo, dia III

Hoje foi dia de Madurodam, em Haia. A cidade miniatura transformou-se, na imaginação do Gonçalo, numa cidade real visitada por pessoas reduzidas por efeito de uma poção mágica.

Tínhamos lá ido há mais de oito anos e as diferenças são já muitas. Para além disso já conhecemos in loco uma boa parte dos locais representados pelas miniaturas à escala, o que tornou a experiência ainda mais interessante.

A noite deu-lhe um novo ar (apesar de alguns locais estarem pobremente iluminados). Dificultou a fotografia, mas no meio de tantos apertos do obturador, algumas escaparam.