sábado, 20 de março de 2010

Pais do André, dia I: Nordoostpolder

Nordoostpolder. Em português, pólder do nordeste. Pedaço de terra recuperado ao mar (após muitos séculos) pela vontade e necessidade de um povo faminto após o sofrimento da Segunda Guerra Mundial.
Schokland é o simbolo, e por isso mesmo foi declarado património mundial pela UNESCO. Trata-se de vestígios (algumas casas) de uma outrora ilha, agora pequena elevação no meio da planície. Mais adiante, outra ex-ilha, Urk, essa bem desenvolvida e bem pitoresca. Tinha ouvido comentários sobre o conservadorismo da sua gente, mas o que me ficou na retina foi o largo número de lojas de bebidas e de pessoas evidenciando apreciar a sua frequência.

A noite será passada num hotel em Zwartesluis, já perto do destino de amanhã.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Visita dos meus Pais

Vindo de Aachen, onde fui fazer um curso de três dias com nome difícil, zarpei directamente para o aeroporto.

Os meus pais chegaram hoje. Desta vez (inédito!) ficamos na Holanda. Vamos à zona nordeste do país, que ainda não conhecemos.

terça-feira, 16 de março de 2010

Contador de bicicletas: 9

Contamos agora com três em funcionamento. Quanto tempo irá durar esta? Aceitam-se apostas!

Mais uma do Marktplaats, desta vez daqui das redondezas...

segunda-feira, 15 de março de 2010

Biciceleta--; Biciceleta--;

Esta foi inédita, duas de uma vez. Bicicletas. Foram simpáticos estes senhores, é que agora nem à boleia.

domingo, 7 de março de 2010

Luxemburgo, dia III

Domingo. Como é habitual nestes países, tudo fechado. Incluindo restaurantes e cafés. Tomar o pequeno-almoço foi um desafio. Felizmente alguns museus mantêm-se abertos. Era o caso do Museu de Historia da Cidade (Musée d'Histoire de la Ville de Luxembourg). Magnificamente instalado em quatro edifícios contíguos dos Séculos XVII a XIX, ocupa lugar de destaque no panorama turístico da cidade. Acima de tudo é um museu muito bem montado, interactivo, sempre interessante.

A historia da cidade não é longa (para nós Portugueses especialmente, que temos o privilegio de uma história milenar); de fortaleza de grande valor estratégico, foi tornado país no Século XIX - por decisão externa e não por escolha. Durante ambas as guerras mundiais foi ocupada pela Alemanha, tendo durante a primeira ainda conseguido manter a neutralidade. Já na segunda foi sujeita a uma tentativa de germanização, o que deixou boa parte da população insatisfeita e motivou a rebelião. Desde o final da guerra, viveu e vive uma grande prosperidade, primeiro com a industria do aço (que levou tantos Portugueses para lá) e depois com políticas económicas liberais para a banca, que favoreceram a transformação da cidade num grande centro económico e num dos países do mundo com mais elevado PIB per capita.

sábado, 6 de março de 2010

Luxemburgo, dia II

Ou então "Lusemburgo". Pequeno-almoço, pastelaria, empregados Portugueses. Almoço, restaurante português. Jantar, restaurante italiano, empregados Portugueses.

Perguntámos onde era o bairro português (citado no guia como um dos locais a visitar), disseram-nos que era "a cidade toda". Mas onde havia mais era no Grund, a zona mais antiga da cidade. Os Portugueses instalaram-se nessa área, na altura cheia de prisões e por isso também uma zona pouco apetecível, porém barata. Hoje em dia tentam expulsá-los. É o nosso fado. De facto o Grund é muito bonito, mas muito melhor ainda é o caminho até lá. A localização e disposição da cidade é impressionante.

E depois tem as casamatas (bunkers) do Bock, património mundial da UNESCO. São 17 km de túneis escavados na encosta desde o século XVII, uma tremenda fortaleza praticamente impenetrável.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Luxemburgo, dia I

A viagem foi complicada, nevou praticamente durante todo o caminho na Bélgica, o que nos atrasou significativamente. Fomos buscar a Joana ao comboio e direitinhos para o pernoite. O Hotel é óptimo, fica em Kirchberg, o bairro moderno do Luxemburgo, onde se situam diversos organismos na União Europeia.