Esta foi inédita, duas de uma vez. Bicicletas. Foram simpáticos estes senhores, é que agora nem à boleia.
segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Luxemburgo, dia III
Domingo. Como é habitual nestes países, tudo fechado. Incluindo restaurantes e cafés. Tomar o pequeno-almoço foi um desafio. Felizmente alguns museus mantêm-se abertos. Era o caso do Museu de Historia da Cidade (Musée d'Histoire de la Ville de Luxembourg). Magnificamente instalado em quatro edifícios contíguos dos Séculos XVII a XIX, ocupa lugar de destaque no panorama turístico da cidade. Acima de tudo é um museu muito bem montado, interactivo, sempre interessante.
A historia da cidade não é longa (para nós Portugueses especialmente, que temos o privilegio de uma história milenar); de fortaleza de grande valor estratégico, foi tornado país no Século XIX - por decisão externa e não por escolha. Durante ambas as guerras mundiais foi ocupada pela Alemanha, tendo durante a primeira ainda conseguido manter a neutralidade. Já na segunda foi sujeita a uma tentativa de germanização, o que deixou boa parte da população insatisfeita e motivou a rebelião. Desde o final da guerra, viveu e vive uma grande prosperidade, primeiro com a industria do aço (que levou tantos Portugueses para lá) e depois com políticas económicas liberais para a banca, que favoreceram a transformação da cidade num grande centro económico e num dos países do mundo com mais elevado PIB per capita.
sábado, 6 de março de 2010
Luxemburgo, dia II
Ou então "Lusemburgo". Pequeno-almoço, pastelaria, empregados Portugueses. Almoço, restaurante português. Jantar, restaurante italiano, empregados Portugueses.
Perguntámos onde era o bairro português (citado no guia como um dos locais a visitar), disseram-nos que era "a cidade toda". Mas onde havia mais era no Grund, a zona mais antiga da cidade. Os Portugueses instalaram-se nessa área, na altura cheia de prisões e por isso também uma zona pouco apetecível, porém barata. Hoje em dia tentam expulsá-los. É o nosso fado. De facto o Grund é muito bonito, mas muito melhor ainda é o caminho até lá. A localização e disposição da cidade é impressionante.
E depois tem as casamatas (bunkers) do Bock, património mundial da UNESCO. São 17 km de túneis escavados na encosta desde o século XVII, uma tremenda fortaleza praticamente impenetrável.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Luxemburgo, dia I
A viagem foi complicada, nevou praticamente durante todo o caminho na Bélgica, o que nos atrasou significativamente. Fomos buscar a Joana ao comboio e direitinhos para o pernoite. O Hotel é óptimo, fica em Kirchberg, o bairro moderno do Luxemburgo, onde se situam diversos organismos na União Europeia.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Estatísticas
Em dois anos e meio, esta é a nossa vigésima ida a Portugal. Dá uma ida a cada mês e meio. Mesmo assim, parece tão pouco...
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Isto anda complicado
No Natal, o voo foi cancelado. Desta vez, os nossos amigos em França resolveram presentear-nos com mais uma das suas habituais greves. Adivinhava-se o caos. Na Quarta-Feira o voo já tinha sido cancelado.
Pouco antes da hora prevista para a partida, as perspectivas não eram as melhores. Senão vejamos: o avião que nos devia levar de Eindhoven para o Porto, o mesmo que viria do Porto ainda não tinha partido de Bruxelas. Ninguém sabia dizer nada. Soube que o avião já estava a caminho do Porto. Faltava saber se partiria do Porto, a tempo de chegar a Eindhoven antes do fecho do aeroporto, que como sabemos muito bem e da pior forma, é às 23:00. Às 21:00 a tão esperada notícia: o avião já vem e como vem também vai. Chegámos às 2:30.
Isto está a melhorar a olhos vistos. Pode ser que da próxima até consigamos partir a tempo!
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Hóquei no gelo
Depois de muita hesitação lá fomos (a Bosch ofereceu os bilhetes VIP). Fomos ver um jogo de hóquei no gelo. Sim, aquele desporto parecido com o hóquei em patins, mas no gelo, com muito frio e em que invariavelmente acaba em pancada. Precisamente o único ingrediente necessário para que seja tão acarinhado por terras do lado de lá do Atlântico.
Assim foi, durinho, com luzes e música "à maneira". Um verdadeiro "show-time". Valeu a experiência, já me sinto mais "cultivado"...



