Depois de umas falsas partidas, cá está a prometida visita! O Afonso deve estar em pulos, é a segunda vez que anda de avião mas da primeira já não se deve recordar. Ah, e tem os comboios!
sábado, 28 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Ana João, Sofia, Nuno e João, dia II
De novo Amesterdão, como prometido! Porém pouco tempo para visitar museus, foi necessário optar por um. E foi o Van Gogh, o mais famoso pintor Holandês, quem fez as honras.
A chuva, que tanto ameaçara na véspera, também não quis deixar de se mostrar, como que a lembrar onde estávamos. Mas nada que impedisse a nossa jornada.
O jantar foi por lá, num belíssimo restaurante Italiano (Italiano de Itália, entenda-se, sabores não adulterados!). Seguiu-se a visita da praxe ao Red Light District, de noite como convém. Parecia um pouco "desligado", seria por hoje ser Domingo?
sábado, 21 de novembro de 2009
Ana João, Sofia, Nuno e João, dia I
... E assim foi! Amesterdão estava em grande, como de costume! Nunca me canso desta cidade, tem sempre coisas novas para ver, é sempre apelativa. Fomos explorar as "Negen Stratjes" ("nove ruazinhas"), uma das minhas áreas preferidas da cidade, com as suas ruas de comércio tão típico, entrecortando os famosos e belos canais. O habitual deambular pela cidade, o tomar o pulso ao ambiente e à forma de viver tão própria desta urbe, deixou em todos a vontade de regressar... Amanhã! Assim será, com direito a visita a museus e à famosa Red-Light District.
Ao jantar bem animado seguiu-se uma não menos animada visita ao centro de Den Bosch, com direito a suborbo para entrada num bar (por parte do bar, para nós entrarmos, entenda-se) e a ida a um outro bar na cave do mais antigo edifício de tijolo da Holanda (o "Moriaan"). Suspeito que a ASAE não teria mãos a medir...
A cereja em cima do bolo foram as deslocações... Sempre de bicicleta como convém, mas como só temos três... dois em cada! Uma tarefa tão mundana para os Holandeses mais parecia hercúlea! Mas chegamos inteiros... Pena é não haver fotos que o comprovem...
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Visita da Ana João, Sofia, Nuno e João
Chegados mesmo a horas do jantar (a horas Portuguesas, entenda-se, que os nativos já estão quase a fazer "meia-noite"). O plano ficou desde logo claro: visitar Amesterdão. Assim será, amanhã cedinho (?) pomo-nos a caminho.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Visitas em catadupa
Para os próximos três fins-de-semana esperam-se visitas da família. É sempre bom ter cá gente, sair da rotina, mostrar o país e um pouco da nossa vida; mas acima de tudo é um prazer contar com a companhia daqueles que nos são próximos!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Já há café!
Foram mais de dois anos de suplício, tomando aquela "coisa" a que por aqui chamam de "café". Dizem (os desbocados) que é por ser grátis que o tomam (parece que os "posts" recentes têm enfatizado muito esta faceta avara local, mas cada vez mais me convenço que é a motivação mais forte da sua cultura...).
Desde o início tentei arranjar uma forma de contrariar esta triste sina, mas por um motivo ou por outro nunca consegui. Tive que vir para Bosch, onde mais dois colegas compatriotas saudosos de um café (a que se juntaram mais alguns, não tanto pela saudade, mas mais pela curiosidade, e agora pelo prazer!) ajudaram a que se concretizasse o projecto: finalmente temos a bela da máquina, a tirar o nosso cafezinho Delta, Sical ou Bogani! Ahhh... agora sim!
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Boris Godunov / La Fura dels Baus
Não podíamos deixar passar a oportunidade de ver o célebre grupo Catalão de teatro experimental "La Fura dels Baus" que escolheu precisamente Eindhoven como único palco na Holanda para a sua obra "Boris Godunov".
Trata-se de uma representação do verídico episódio do sequestro de 850 pessoas num teatro Russo, por um grupo armado Tchetcheno, em 2002. Após um início calmo, em que assistíamos a uma história passada há alguns séculos atrás (do tal Boris Godunov, embora na realidade não fosse essa a peça em cena na data fatídica), esta foi subitamente interrompida por alguns tiros e gritos e estava montado o cenário de terror. Os efeitos e as actuações são excelentes, não tentando criar um clima de medo entre os espectador, antes mostrar como se terá passado e também criar alguma analogia com a própria peça que estava em cena antes do ataque: apesar dos séculos de intervalo, o desejo de poder e os motivos que levam as pessoas a lutar pelos seus ideias não mudaram.
Para acabar em grande (e já com o teatro finalmente liberado) tivemos direito à tradicional vodka russa, entre outras bebidas, mesmo ao jeito que os Holandeses gostam (entenda-se: grátis).



